segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Padre Cícero, fundador de Juazeiro Ce.


O bispo da diocese de Crato, no Ceará, dom Fernando Panico, divulgou neste domingo (13), que o Padre Cícero foi perdoado pelo Vaticano das punições impostas pela igreja Católica entre 1892 a 1916; a reconciliação é um passo definitivo para a reabilitação de padre Cícero na Igreja Católica; segundo a carta, assinada pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, “a presente mensagem foi redigida por expressa vontade de Sua Santidade o Papa Francisco, na esperança de que Vossa Excelência Reverendíssima não deixará de apresentar à sua Diocese e aos romeiros do Padre Cícero a autêntica interpretação da mesma, procurando por todos os meios apoiar e promover a unidade de todos na mais autentica comunhão eclesial e na dinâmica de uma evangelização que dê sempre e de maneira explicita o lugar central a Cristo, principio e meta da História”

13 DE DEZEMBRO DE 2015 ÀS 13:49

247 - O bispo da diocese de Crato, no Ceará, dom Fernando Panico, divulgou neste domingo, que o Padre Cícero Romão Batista foi perdoado pelo Vaticano das punições impostas pela igreja Católica entre 1892 a 1916. A reconciliação é um passo definitivo para a reabilitação de padre Cícero na Igreja Católica.

"Hoje, por ocasião da abertura solene da Porta Santa da Misericórdia nesta Catedral de Nossa Senhora da Penha, quero anunciar com alegria, à querida Diocese de Crato e aos romeiros e romeiras do Juazeiro do Norte, um gesto concreto de misericórdia, de atenção e de carinho por parte do Papa Francisco para nós: a igreja Católica se reconcilia historicamente com o padre Cícero Romão Batista", anunciou o bispo.

Segundo a carta, assinada pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, “a presente mensagem foi redigida por expressa vontade de Sua Santidade o Papa Francisco, na esperança de que Vossa Excelência Reverendíssima não deixará de apresentar à sua Diocese e aos romeiros do Padre Cícero a autentica interpretação da mesma, procurando por todos os meios apoiar e promover a unidade de todos na mais autentica comunhão eclesial e na dinâmica de uma evangelização que dê sempre e de maneira explicita o lugar central a Cristo, principio e meta da História”.

"É mais que uma reconciliação. É um pedido de perdão da igreja pelo o que aconteceu o sacerdote brasileiro", afirmou Armando Rafael, assessor de comunicação de dom Fernando Panico.

Na mensagem enviada à diocese do Crato, o papa Francisco exalta várias virtudes de evangelizador de padre Cícero, fundador de Juazeiro do Norte e primeiro prefeito do município.

Na correspondência constam vários tópicos, dos quais alguns são reproduzidos, a seguir, textualmente:

“Mas é sempre possível, com a distância do tempo e o evoluir das diversas circunstâncias, reavaliar e apreciar as várias dimensões que marcaram a ação do Padre Cícero como sacerdote e, deixando à margem os pontos mais controversos, por em evidência aspectos positivos de sua vida e figura, tal como é atualmente percebida pelos fiéis”.

“É inegável que o Padre Cícero Romão Batista, no arco de sua existência, viveu uma fé simples, em sintonia com o seu povo e, por isso mesmo, desde o início, foi compreendido e amado por este mesmo povo”.

“Deixou marcas profundas no povo nordestino a intensa devoção do Padre Cícero à Virgem Maria” no seu título de “Mãe das Dores e das Candeias” (...) Como não reconhecer, Dom Fernando, na devoção simples e arraigada destes romeiros, o sentido consciente de pertença à Igreja Católica, que tem na Mãe de Jesus Cristo um dos seus elementos mais característicos?

“A grande romaria do dia de Finados, iniciada pelo Padre Cícero, transmite a dimensão escatológica da existência humana. Pois, como afirma o documento de Aparecida, Nossos povos (...) têm sede de vida e felicidade em Cristo. (...)

“Não deixa de chamar a atenção o fato de que estes romeiros, desde então, sentindo-se acolhidos e tendo experimentado, através da pessoa do sacerdote, a própria misericórdia de Deus, com ele estabeleceram – e continuam estabelecendo no presente – uma relação de intimidade, chamando-o na carinhosa linguagem popular nordestina de “padim”, ou seja, considerando-o como um verdadeiro padrinho de batismo, investido da missão de acompanhá-los e de ajuda-los na vivência da sua fé”.

“No momento em que a Igreja inteira é convidada pelo Papa Francisco a uma atitude de saída, ao encontro das periferias existenciais, a atitude do Padre Cícero em acolher a todos, especialmente aos pobres e sofredores, aconselhando-os e abençoando-os, constitui sem dúvida, um sinal importante e atual”.

“O afeto popular que cerca a figura do Padre Cícero pode constituir um alicerce forte para a solidificação da fé católica no ânimo do povo nordestino (...). Portanto, é necessário, neste contexto, dirigir nossa atenção ao Senhor e agradecê-lo por todo o bem que ele suscitou por meio do Padre Cícero”.

“Assim fazendo, abrem-se inúmeras perspectivas para a evangelização, na linha desta recomendação do Documento de Aparecida; “Deve-se dar catequese apropriada que acompanhe a fé já presente na religiosidade popular”. (Documento de Aparecida, 300).

“Ao mesmo tempo que me desempenho da honra de transmitir uma fraterna saudação do Santo Padre a todo o povo fiel do sertão do Ceará, com os seus Pastores, bendizendo a Deus pelos luminosos frutos de santidade que a semente do Evangelho faz brotar nestas terras abençoadas, valho-me do ensejo para lhe testemunhar minha fraterna estima e me confirmar de Vossa Excelência Reverendíssima devotíssimo no Senhor".

gilbertoaraujobarros: Projeto de Jean Azevedo cria e nomea novos bairros...

gilbertoaraujobarros: Projeto de Jean Azevedo cria e nomeia novos bairros...: Hoje protocolei na Câmara Municipal o Projeto de Lei, que trata da criação dos bairros da zona urbana de Tianguá. Após várias reuniões reali...

sábado, 12 de dezembro de 2015

Projeto de Jean Azevedo cria e da nomes a novos bairros.

Hoje protocolei na Câmara Municipal o Projeto de Lei, que trata da criação dos bairros da zona urbana de Tianguá. Após várias reuniões realizadas pelo Poder Executivo com ampla participação da Câmara de Vereadores chegou-se ao consenso sobre o número, a extensão e os nomes que serão atribuídos a estes bairros. No projeto de Lei são agraciados com seus nomes em vários bairros pessoas ilustres e que fazem parte da história de nossa cidade, dentre eles constam os Srs. GERALDO SARAIVA, NENÊ PLACIDO, GAIOSO NUNES, JOÃO ALBUQUERQUE, JOSÉ HUMBERTO DE VASCONCELOS, MARIA PAIXÃO, AFONSO MARANGUAPE, ANASTÁCIO ARRUDA, ANTÃO PROCÓPIO DO NASCIMENTO e dentre outros.
Ao tempo em que este projeto de lei homenageia grandes personalidades  de nosso município, também é um grande passo para a organização territorial da cidade de Tianguá, somadas as ações já realizadas de aumento do perímetro urbano e a criação dos distrito de Acarape, Bela Vista e Itaguaruna acompanhadas de Unidade de Correios Comunitários buscamos adequar o mapa territorial de Tianguá ao seu consagrado  status de cidade em acelerado desenvolvimento.
Próximo passo neste projeto será o levantamento das ruas que ainda não têm identificação e atualização do mapa de Tianguá com seus respectivos novos bairros.

domingo, 19 de julho de 2015

Jean Azevedo, prefeito de Tianguá Ce.

Jean Azevedo, prefeito entusiasmante, encorajador trabalhador, estimulador, incentivador, empolgante e  ascendente.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

FHC E SEUS ESCÂNDALOS.


     

Publicado em 19/05/2015
Nunca se roubou tanto
quanto com FHC​
A reeleição foi o pai de todas as corrupções. A privataria, a mãe.
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Segundo o Globo, o Príncipe da Privataria, que odeia o Lula e virou o FHC Quebra-Barraco diz no programa do PSDB  que “nunca se roubou tanto”.

É uma injustiça.

É uma injustiça com a sua própria obra e herança.

Além de cometer crimes de Lesa Pátria contra a Petrobras, ele praticava a política que Ciro Gomes definiu com certa imprecisão: no Governo dele, “ele não rouba mas deixa roubar”!

E, agora, volta com essa arenga udenista-perrepista-paulista de falso moralismo.

FHC só ousa dizer essas coisas, porque conta com a parcialidade desbragada do PiG – que teme o Lula tanto quando ele.

Vamos enumerar alguns dos atos que qualificam o Governo FHC como “o mais corrupto”:

ESCÂNDALOS QUE MARCARAM O GOVERNO FHC

Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

1995

Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das “reformas” que o país precisava fazer para se modernizar.

O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

A farra do Proer

1995

O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, à qual um de seus filhos era “ligado”. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.

Caixa-dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

1996

Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e “convenceu” as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo “que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo”.

Propina na privataria

A privataria do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, foi acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.

A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

Grampos telefônicos

Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Haras Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, “ligado” a Daniel Dantas. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil – FHC seria a “bomba atômica” para conseguir a adesão do fundo ao privateiro “vencedor”.

TRT paulista

A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

SUBSERVIÊNCIA AOS AMERICANOS

Ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista.

Celso Lafer submeteu-se à vergonha de tirar os sapatos para ser revistado por bedéus da segurança de aeroporto, ao entrar nos Estados Unidos.

Os ralos do DNER

O DNER foi um dos focos de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios  a quem comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

O “caladão”

O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

Desvalorização do real

FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram e muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

Foi um caso típico de pedalada e motivo para impeachment. Ele dizia que o Real era intocável. Segurou a falsa cotação do Real graças a um empréstimo do FMI – conseguido a tapa pelo presidente Bill Clinton – que estava na solenidade do Man of the Year da Nova York de Miami.

Imediatamente após a reeleição comprada, ele demitiu dois presidentes do Banco Central e derrubou a cotaçao do Real.

1999

O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do Real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um “risco sistêmico” para a economia. Um dos banqueiros “beneficiados”, Salvatore Cacciola, acabou em cana.

O NAUFRÁGIO DOS 500 ANOS

O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí.

Base de Alcântara

O governo FHC aprovou o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

APAGÃO

Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção e transmissão de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como “prêmio”, teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.

MEU AMIGO BILL GATES

O escândalo dos computadores. A ideia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

Rombo transamazônico na Sudam

O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão.

Os desvios na Sudene

Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão.

A OMISSÃO NO MASSACRE DE CARAJÁS

Em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado “Massacre Eldorado do Carajás”, no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará. O Presidente FHC foi incapaz de ir ao Pará se solidarizar com a família das vitimas, ou a tomar providencias para acelerar a punição dos culpados. Escondeu-se atrás do crime.

Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas eram assassinadas anualmente no Brasil.

Acidentes na Petrobras

Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

Apoio a Fujimori

O presidente FHC foi o único governante do mundo que apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um governante privateiro, que nunca deu valor à democracia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. Fujimori está na cadeia, em Lima. E FHC nunca foi visita-lo.

Desmatamento na Amazônia

Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

O esquema do FAT

A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

Avanço da dengue

A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ministro Padim Pade Cerra erra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

Ao se lançar candidato – derrotado – à Presidencia, Cerra foi chamado por José Simão de “candidato a presidengue do Brasil”.

A Farra no BNDES

Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

Relações perigosas

Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas sobre o maior discípulo de FHC, o Padim Pade Cerra, seu ministro da Saúde – onde protagonizou o escândalo das ambulâncias superfaturadas – e do Planejamento, onde planejou a Privataria. Segundo livro de Amaury Ribeiro Jr, a Privataria Tucana, Cerra está indissoluvelmente ligado a três figuras suspeitíssimas. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Cerra e de FHC, suspeito de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privataria. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter on perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Cerra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Cerra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman – paraíso fiscal do Caribe.

Correção da tabela do IR

Com fome de leão, o governo FHC congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

Intervenção na Previ

FHC aproveitou o dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty, um dos beneficiários da Privataria desenfreada. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas para um jantar reservado no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização – é imperdível a leitura de “Operação Banqueiro”, de Rubens Valente, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.

OS JUROS DE 45%

Foi no Governo de FHC que os juros do presidente do Banco Central, Armínio Naufraga chegaram aos escorchantes 45%.

A NOMEAÇÃO DE GILMAR MENDES

Nada é mais representativo do Governo FHC e sua herança maldita do que a nomeação de Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, um exemplo concreto, irretocável de Juiz não-Republicano !

Gilmar deu dois HCs Canguru, em 48 horas, a Daniel Dantas – outro símbolo do Governo FHC – e sentou-se em cima – desmoralizando os outros seis Ministros que votaram contra ele – da proibição a dinheiro de empresas em campanhas eleitorais. Ou seja, quem mais gosta de dinheiro de empreiteira é o PSDB.

Na campanha de 2010, o derrotado Cerra ligou para Gilmar e disse no telefone: “Meu Presidente !”.

Em seguida, Gilmar tomou uma decisão que beneficiava Cerra na Justiça eleitoral. Novo escândalo de FHC.
elena Sthephanowitz, em seublog na Rede Brasil Atual, publica uma instigante informação, que chequei na Junta Comercial de São Paulo e cujos dados ofereço aos “jornalistas investigativos”, que estão muito preocupados em investigar o ex-presidente Lula, enquanto Fernando Henrique deita cátedra de moralista.

Fernando Henrique Cardoso, em fevereiro de 2012, abriu uma empresa chamada Goytacazes Participações Ltda, com capital de R$ 100 mil, 70% dele e 30% de sua filha Luciana. Foi declarado à Junta Comercial de São Paulo que era uma empresa de  “serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias”, além de participações em outras empresas.

Onze meses depois, o capital foi alterado para R$ 4,35 milhões,ficando FHC com 10% e o restante, em partes iguais, para os filhos Beatriz e Paulo Henrique, além de Luciana.

A empresa tem ficha na Receita Federal para cultivo de cana de açúcar, além de  criação de bovinos para corte  e cultivo de outras plantas de lavoura temporária, além de participações.

Certamente não é lá onde se diz que funciona e empresa, uma pequena casinha geminada, a da foto,  na Rua Deputado Emídio Coelho, na Vila Campesina de Osasco.

Fernando Henrique não deve estar fazendo nada de ilegal, ainda mais com empresa registrada em seu nome.

Também não é possível dizer que isso tenha ligação com outra empresa, esta uma S.A. com capital de apenas R$ 1 mil, que nasceu logo a seguir como Imbirema Participações e mudou o nome para Tranche Goytacazes Participações, destinada a fazer incorporações imobiliárias, o nome deve ser mera coincidência, até porque o  controlador desta outra empresa é a Torp (sem “e”, por favor, revisão)  Land Capital Investimento, Ltda.

Mas imagine se esta empresa pertencesse a outro ex-presidente, o Lula, por exemplo.

E de sociedade com Lulinha e os outros filhos?

Imaginem o escândalo nos jornais.

A esta altura, o ex-presidente estaria na cadeia de Sergio Moro, não é?

Os coxinhas das redes sociais estariam vociferando mais do que vociferam contra ele.

Mas seria interessante se o ex-presidente tucano, que recomendou hoje que o PT seja transparente e  diga “erramos nisso e nisso, acertamos nisso e vamos chegar nisso” contasse ao país como é esta sua milionária empresa rural em plena rua de Osasco.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Mais escândalo na conta do PSDB de FHC

A morte, no domingo 1°, do ex-ministro e ex-senador José Eduardo Andrade Vieira, aos 76 anos, por causa de uma parada cardíaca, mantém na penumbra alguns episódios importantes da política e da economia na década de 1990.

Em 2000, o titular da Agricultura entre 1995 e 1996 revelou detalhes do caixa de campanha de Fernando Henrique, alimentado com significativo volume de aportes em espécie feitos por empresas e indivíduos para driblar a identificação dos doadores à Justiça Eleitoral.

O ex-presidente acompanhava minuciosamente a arrecadação e cerca de 100 milhões de reais nunca apareceram na contabilidade oficial da campanha, declarou Andrade Vieira ao Ministério Público.

Ele participou ativamente do esquema de arrecadação e isso, provavelmente, aumentou o seu ressentimento em relação a FHC quando o Banco Central, em 1997, liquidou o Bamerindus, uma das maiores instituições financeiras do País, controlado por sua família. Atribuiu a intervenção do BC às preocupações do tucano em relação às suas ambições políticas.

Em 1994, o ex-banqueiro tentou lançar-se candidato à Presidência, nas eleições vencidas por FHC. O Bamerindus, desmembrado pelo BC, foi adquirido parcialmente pelo HSBC.

O negócio, facilitado pela intervenção, foi ruim para a família Andrade Vieira, controladora da instituição, e não pareceu bom para Brasil. Em 2008, o lucro das operações locais do HSBC, devidamente remetido à matriz, foi o quarto maior no mundo, atrás de Hong Kong, China e Reino Unido.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

Radio vozdoreporter

http://www.vozdoreporter.com/noticias/217-grupo-armado-explode-agencia-bancaria-em-iracema-no-cariri#

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Tianguáense ilustre.



João Bosco Gaspar

17 h · 

BIOGRAFIA DE JOÃO BOSCO GASPAR

JOÃO BOSCO GASPAR – poeta, pesquisador e historiador. Filho de Gerardo Vieira Gaspar e Perpétua das Neves Gaspar. Nasceu nos alcantis paradisíacos da Serra Grande (em Tianguá-Ce), numa manhã de inverno tipicamente fria e neblinada, no dia 14 de janeiro de 1964, precisamente na residência da parteira Alcety Moita, no quadrilátero que circunda a atual catedral de Santana. 
De origem humilde, estudou no Ginásio Municipal de Tianguá e na Escola de 2º Grau Regina Coeli. Graduado em Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA, e Pós-Graduado (Lato Sensu) em História, Cultura e Patrimônio pelas Faculdades INTA (Instituto Superior de Teologia Aplicada), ambas de Sobral-CE. É casado com a Sra. Angelita Fontenele Magalhães, pai de dois filhos (João Victor e João Arthur Fontenele Magalhães Gaspar) e trabalha no Cartório do 1º ofício (Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelionato de Notas) da comarca de Tianguá, como Tabelião Substituto.
Tornou-se socialista quando participava de grupos de jovens católicos ligados a Teologia da Libertação. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores-PT (1983) e posteriormente ao Partido Comunista do Brasil-PCdoB, onde participou como ativista no movimento sindical e nas CEBs, na utopia de que as ideologias seculares fossem capazes de transformar a sociedade. Admirador de teses antagônicas que vão de Karl Marx a Max Weber, e de escritores distintos como José Saramago e Monteiro Lobato.
Foi chefe do Grupo de Escoteiros Mons. Agesilau de Aguiar (hoje Dom Timóteo); apresentador de programa de rádio; projetista cinematográfico (Cine Santana); representante da juventude da Paróquia de Santana, junto à diocese de Tianguá; membro fundador da Pastoral de Juventude do Meio Popular (PJMP) na diocese de Tianguá; participou de vários encontros, seminários, palestras, assembléias e cursos representando a juventude da diocese de Tianguá junto ao Regional Nordeste I da CNBB; foi presidente do Centro Cívico da Escola de 2º Grau Regina Coeli; membro fundador do Grupo de Artes e Tradições Folclóricas Serra Grande; presidente da comissão permanente de licitação e assessor administrativo da câmara municipal de Tianguá; foi membro da Comissão Censitária municipal de Tianguá em 2007, e é membro do Conselho de Sentença do Tribunal Popular do Júri da Comarca de Tianguá.
Foi um dos autores da Lei Municipal nº 473/2007, que dispõe sobre a preservação mediante tombamento, do patrimônio (material e imaterial) histórico, artístico, ambiental e cultural do município de Tianguá, e “autor” da Lei Municipal nº 487/2007 que instituiu o Ipê-Amarelo (Pau-D’arco-Amarelo) como árvore símbolo do município de Tianguá. É autor do pedido de tombamento da tanajura como patrimônio imaterial do município de Tianguá. 
Nascido em lar católico e católico praticante por vários anos, abjurou as “sagradas tradições” do catolicismo romano para aceitar Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, depositando toda sua esperança no sacrifício expiatório e na graça infalível de Cristo para obter a sua salvação mediante a fé (justificação pela fé), como reza a Bíblia.
Defende a tese de Max Weber contida em “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, de que: “A catequese das doutrinas religiosas pode viabilizar profundas transformações na realidade sócio-econômica das nações”, ou seja, uma religião pode levar uma nação para prosperidade com justiça social, como também pode afundá-la num mar de miséria, injustiça e corrupção. Costuma dizer que não desistiu do projeto da “Nova Sociedade”, mas enfatiza: “Não se cria uma nova sociedade com homens velhos, corrompidos, é preciso que o indivíduo tenha um novo nascimento através do sangue precioso de Jesus Cristo para fazer parte dessa nova sociedade”, lembrando as palavras do apóstolo Paulo aos Romanos, que diz: “Não vos conformeis com este mundo, mas reformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que saibais aquilatar qual é a vontade de Deus, e que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito” (Rm 12. 2).

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Você, Matheus Urias e outras 32 pessoascurtiram isso.

Samuel Lima

Bela biografia!

Curtir · Mais · Ontem às 18:38

Washington Michele

Parabéns pela sua auto biografia.

Curtir · Mais · Ontem às 18:43

Waleria Souza Dias

Parabéns meu amigo!! Felicidades...
Linda História Biogragica...
Desejo-te tudo de bom....

Curtir · Mais · Ontem às 19:45

Sandra Cezar

APLAUSOSSSS... ALEGRIA por ter tido a oportunidade de ser sua amiga na nossa juventude das lembranças que trago da vida você e sua FAMÍLIA são a saudade "boua" que gosto de ter!FELICIDADE SEMPRE amigo João Bosco Gaspar.

Curtir · Mais · Ontem às 21:20

John Wanderson Aguiar

Meu amigo helder bosco Parabéns, sucessos

Curtir · Mais · Há 2 horas

Gilberto Araujo Barros

Parteira dona Alcety Moita essa merece um menmorial.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Tianguá campeão da II copa tv merdes mares de futsal de 2014.

Alberto Terceiro Neto (amigo de Ronald Pinheiro Langbeck) tambem comentou a publicacao de Ronald Pinheiro Langbeck.
https://fb.com/l/274KTkm5Nzrwty1
Parabens a grande equipe esportiva, ao secretario de esporte ao professor cawboi , ao prefeito Jean aos torcedores aos atletas pela essa belissima organizacao do nosso novo esporte tianguaense. ...hoje me orgulho de ve muitas criancas comentando sobre nosso esporte em varias modalidades como: ...